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AsproCivil

Associação denuncia fiscalização "deficiente" nos parques de campismo

Falta de acessos, materiais vulneráveis a incêndios e uma fiscalização "deficiente" são alguns dos problemas apontados aos parques de campismo pela Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil (AsproCivil).

Para o presidente da associação, Ricardo Ribeiro, "existe um problema de actualização das condições de segurança dos parques de campismo, que não é facil mas que importa fazer" porque "uma boa parte dos parques tem 20, 30 anos ou mais e nessa altura não havia quaisquer regras de segurança".

Este esforço impõe-se "porque algum dia vai acontecer uma desgraça num parque de campismo".

A AsproCivil identifica problemas "ao nivel do planeamento, da construção interior, da localização, da envolvência, da acessibilidade ao espaço e ainda da densidade de ocupação.

A "esmagadora maioria" dos parques de campismo em Portugal, refere, "são altamente desorganizados, sem qualquer possibilidade de acessibilidade por parte dos meios de socorro, sobretudo se estivermos num fim de semana de Agosto, em que o parque está cheio de automóveis".

Além disso, "o tipo de materiais que são utilizados, não só nas tendas mas também nas roulotes e nas coberturas , cria uma vulnerabilidade grave a incêndios". Por tudo isto defende, "o licenciamento e a fiscalização deviam ser muito mais rigorosos".

Neste momento estas tarefas estão a cargo da Autoridade Nacional de Protecção Civil e dos serviços municipais de protecção civil", explica.

Contudo, considera, "neste momento as autarquias não só não têm comandantes operacionais nomeados , como não têm técnicos de protecção civil. Têm pessoas que vieram de outros serviços e que de protecção civil pouco percebem, que vão aprendendo, mas que não são especialistas".

Actualizado em Sexta, 15 Julho 2011 14:37  

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